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A HISTÓRIA DO ROCK IN ROLL
July 13, 2010Dia da consciência negra
November 19, 2009Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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O Dia da Consciência Negra é celebrado em 20 de Novembro no Brasil e é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira.
A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. Apesar das várias dúvidas levantadas quanto ao caráter de Zumbi nos últimos anos (comprovou-se, por exemplo, que ele mantinha escravos particulares) o Dia da Consciência Negra procura ser uma data para se lembrar a resistência do negro à escravidão de forma geral, desde o primeiro transporte forçado de africanos para o solo brasileiro (1594).
Algumas entidades como o Movimento Negro (o maior do gênero no país) organizam palestras e eventos educativos, visando principalmente crianças negras. Procura-se evitar o desenvolvimento do auto-preconceito, ou seja, da inferiorização perante a sociedade.
Outros temas debatidos pela comunidade negra e que ganham evidência neste dia são: inserção do negro no mercado de trabalho, cotas universitárias, se há discriminação por parte da polícia, identificação de etnias, moda e beleza negra, etc.
O dia é celebrado desde a década de 1960, embora só tenha ampliado seus eventos nos últimos anos; até então, o movimento negro precisava se contentar com o dia 13 de Maio, Abolição da Escravatura – comemoração que tem sido rejeitada por enfatizar muitas vezes a “generosidade” da princesa Isabel, ou seja, ser uma celebração da atitude de uma branca.
A semana dentro da qual está o dia 20 de novembro também recebe o nome de Semana da Consciência Negra.
Proclamação da República – 15/11
November 14, 2009A Proclamação da República Brasileira foi um episódio, na História do Brasil, que instaurou o regime republicano no Brasil, derrubando a Monarquia do Brasil e o Imperador D. Pedro II do Brasil. Ocorreu dia 15 de novembro de 1889 no Rio de Janeiro, então capital do Império do Brasil, na Praça da Aclamação, hoje Praça da República, quando um grupo de militares do Exército brasileiro, liderados pelo marechal Deodoro da Fonseca, deu um golpe de estado sem o uso de violência, depondo o Imperador D. Pedro II.
Foi instituído, naquele mesmo dia 15, um “Governo Provisório” republicano. Faziam parte deste “Governo Provisório”, organizado na noite de 15 de novembro, o Marechal Deodoro da Fonseca como presidente, Floriano Peixoto como vice presidente, e, como ministros, Benjamin Constant, Quintino Bocaiuva, Rui Barbosa, Campos Sales, Aristides Lobo, Demétrio Ribeiro e o almirante Eduardo Wandenkolk, todos membros regulares da maçonaria brasileira.
Assim, ao mesmo tempo em que a legitimidade imperial decaía, a proposta republicana – percebida como significando o progresso social – ganhava espaço. Entretanto, é importante notar que a legitimidade do Imperador era distinta da do regime imperial: Enquanto, por um lado, a população, de modo geral, respeitava e gostava de D. Pedro II, por outro lado tinha cada vez em menor conta o próprio Império. Nesse sentido, era voz corrente, na época, que não haveria um “III Reinado“, ou seja, a monarquia não continuaria a existir após o falecimento de D. Pedro II, seja devido à falta de legitimidade do próprio regime monárquico, seja devido ao repúdio público ao príncipe consorte, marido da princesa Isabel, o francês conde D’Eu).
Embora a frase do líder republicano paulista Aristides Lobo “O povo assistiu bestializado” à proclamação da república, tenha entrado para a História do Brasil, pesquisas históricas, mais recentes, têm dado outra versão à aceitação da república entre o povo brasileiro: É o caso da tese de Maria Tereza Chavez de Mello (A república consentida, Editora da FGV, 2007), que indica que a república, antes e depois do 15 de Novembro, era vista popularmente como um regime político que traria o desenvolvimento, em sentido amplo, para o país.
Antecedentes da Proclamação da República
A relativa estabilidade política do Império do Brasil veio a ser abalada, dando lugar a um regime político que alguns setores da sociedade acreditavam ser mais adequado aos problemas da época.
A partir da década de 1870, como conseqüência da Guerra do Paraguai (também chamada de Guerra da Tríplice Aliança) (1864-1870), essa crise foi tomando corpo, como resultado de vários fatores de ordem econômica, social e política que, somados, conduziram aqueles setores à conclusão de que a monarquia precisava ser superada. Adicionalmente, ainda havia as seguintes questões:
- A classe média (funcionários públicos, profissionais liberais, jornalistas, estudantes, artistas, comerciantes) estava crescendo nos grandes centros urbanos e desejava maior liberdade e maior participação nos assuntos políticos do país. Identificada com os ideais republicanos, esta classe social passou a apoiar o fim do império.
- O imperador D. Pedro II não possuía filhos, apenas filhas. O trono seria ocupado, após a sua morte, por sua filha mais velha, princesa Isabel, casada com um francês, Gastão de Orléans, Conde d’Eu, o que gerava o receio em parte da população de que o país fosse governado por um estrangeiro.
[editar] A crise econômica
A crise econômica agravou-se em função das elevadas despesas financeiras geradas pela Guerra da Tríplice Aliança, cobertas por capitais externos. Os empréstimos brasileiros elevaram-se de três milhões de libras esterlinas em 1871 para quase vinte milhões em 1889, o que causou uma inflação da ordem de 1,75% ao ano, no plano interno.
[editar] A questão abolicionista
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Ver artigo principal: Abolicionismo no Brasil
A questão abolicionista impunha-se desde a abolição do tráfico negreiro em 1850, encontrando viva resistência entre as elites agrárias tradicionais do país. Diante das medidas adotadas pelo Império para a gradual extinção do regime escravista, essas elites reivindicavam do Estado indenizações proporcionais ao número de escravos alforriados.
Com a decretação da Lei Áurea (1888), e ao deixar de indenizar esses grandes proprietários rurais, o império perdeu o seu último pilar de sustentação. Chamados de “republicanos de última hora”, os ex-proprietários de escravos aderiram à causa republicana.
De qualquer forma, o império mostrou-se bastante lento na solução da chamada “Questão Servil”, o que, sem dúvida, minou sua legitimidade ao longo dos anos. Mesmo a adesão dos ex-proprietários de escravos, que não foram indenizados, à causa republicana, evidencia o quanto o regime imperial estava atrelado à escravatura.
Assim, logo após a Princesa Isabel assinar a Lei Áurea, João Maurício Wanderley, Barão de Cotejipe, o único senador do império que votou contra o projeto de abolição da escravatura, profetizou:
| “A senhora acabou de redimir uma raça e perder o trono“! | — Barão de Cotegipe
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[editar] A questão religiosa
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Ver artigo principal: Questão religiosa
Desde o período colonial, a Igreja Católica enquanto instituição encontrava-se submetida ao Estado. Isso se manteve após a Independência e significava, entre outras coisas, que nenhuma ordem do Papa poderia vigorar no Brasil sem que fosse previamente aprovada pelo Imperador (Beneplácito). Ocorre que, em 1872, Dom Vital e Dom Macedo, bispos de Olinda e Belém do Pará respectivamente, resolveram seguir por conta própria as ordens do Papa Pio IX, não ratificadas pelo Imperador e pelos presidentes do Conselho de Ministros, punindo religiosos ligados à maçonaria.
D. Pedro II, aconselhado pelos maçons, decidiu intervir na questão, solicitando aos bispos que suspendessem as punições. Estes se recusaram a obedecer ao imperador, sendo condenados a quatro anos de trabalho braçal (quebrar pedras). Em 1875, graças à intervenção do Duque de Caxias, os bispos receberam o perdão imperial e foram colocados em liberdade. Contudo, no episódio, a imagem do império desgastou-se junto à Igreja.
[editar] A questão militar
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Ver artigo principal: Questão Militar
Os militares do Exército Brasileiro estavam descontentes com a proibição, imposta pela monarquia, pela qual os seus oficiais não podiam manifestar-se na imprensa sem uma prévia autorização do Ministro da Guerra, além de que os militares não possuíam uma autonomia sobre a defesa do território, estando sujeitos às ordens do Imperador que se sobrepunha inclusive às ordens dos generais.
Além disso, freqüentemente os militares viam-se e sentiam-se desprestigiados e desrespeitados. Por um lado, os dirigentes do império eram civis, cuja seleção era extremamente elitista e cuja formação era bacharelesca, mas que resultava em postos altamente remunerados e valorizados; por outro lado, os militares tinham uma seleção mais democrática e uma formação mais técnica, mas que não resultavam nem em valorização profissional nem em reconhecimento político, social ou econômico. Nesse sentido, inúmeros militares precisavam de dois, três ou mais empregos para poderem pagar suas contas, não raro contraindo sucessivas dívidas. Por fim, a ascensão profissional era difícil e baseada em critérios personalistas (em vez de meritocráticos).
A Guerra do Paraguai, além de difundir os ideais republicanos, evidenciou aos militares essa desvalorização, que se manteve e mesmo acentuou-se após o fim do conflito. O resultado foi a percepção, da parte dos militares, de que se sacrificavam por um regime que os desprezava.
A atuação dos republicanos e dos positivistas
Durante a Guerra do Paraguai, o contato dos militares brasileiros das mais diferentes patentes com os combatentes de outros países levaram-nos a considerar com (maior) seriedade as relações entre problemas sociais e regimes políticos. A partir disso, começou a desenvolver-se entre os militares de carreira e os civis convocados para lutar no conflito a preocupação com a república e com o desenvolvimento social brasileiro.
Dessa forma, não foi casual que a propaganda republicana tenha por marco inicial a publicação do Manifesto Republicano em 1870, seguido pela Convenção de Itu (1873) e pela militância dos Clubes Republicanos, que se multiplicaram a partir de então pelos principais centros no país.
Além disso, vários grupos foram fortemente influenciados pela maçonaria (Deodoro e todo seu ministério era formado por maçons) e pelo Positivismo de Auguste Comte, especialmente após 1881, quando surgiu a Igreja Positivista do Brasil. Seus diretores, Miguel Lemos e Raimundo Teixeira Mendes, iniciaram uma forte campanha abolicionista e republicana.
As idéias de muitos dos republicanos eram veiculadas pelo periódico A República, que, segundo alguns pesquisadores, dividiam-se em duas correntes principais:
- os evolucionistas, que admitiam que a proclamação era inevitável, não justificando uma luta armada, e
- os revolucionistas, que defendiam a possibilidade de que se pegasse em armas para conquistá-la, com mobilização popular e reformas sociais e econômicas.
Essas propagandas republicanas eram realizadas pelos que, depois, foram chamados de “Republicanos históricos” (em oposição àqueles que se tornaram republicanos apenas após o 15 de Novembro, chamados de “Republicanos de 16 de novembro“). Embora houvesse diferenças entre cada um desses grupos – em termos de estratégias políticas para a implementação da República e também do conteúdo substantivo do regime a instituir -, a idéia geral de que a república deveria ser um regime progressista, contraposto à exausta monarquia, era um denominador comum a todos eles. Dessa forma, a proposta do novo regime revestia-se de um caráter social e não apenas estritamente político.
O Golpe Militar de 15 de novembro de 1889
No Rio de Janeiro, os republicanos insistiram com o marechal Deodoro da Fonseca, para que ele chefiasse o movimento revolucionário que substituiria a monarquia pela república. Depois de muita insistência dos revolucionários, Deodoro concordou em liderar o movimento.
O golpe militar, que estava previsto para 20 de novembro de 1889, teve de ser antecipado. No dia 14, os conspiradores divulgaram o boato de que o governo havia mandado prender Benjamin Constant Botelho de Magalhães e Deodoro da Fonseca. Notícia que posteriormente se revelou falsa. Por isso, na madrugada do dia 15 de novembro, Deodoro iniciou o movimento que pôs fim ao regime imperial.
Os conspiradores dirigiram-se à residência do marechal Deodoro, que estava doente com dispnéia[1], e convencem-no a liderar o movimento.
Com esse pretexto, ao amanhecer do dia 15 de Novembro, o marechal Deodoro da Fonseca, saiu de sua residência, atravessou o Campo de Santana e, do outro lado do parque, conclamou os soldados do batalhão ali aquartelado (atual Palácio Duque de Caxias) a se rebelarem contra o governo. Oferecem um cavalo ao marechal, que nele montou e, segundo testemunhos, tirou o chapéu e proclamou “Viva a República!”. Depois apeou, atravessou novamente o parque e voltou para a sua residência. A manifestação prosseguiu com um desfile de tropas pela Rua Direita (atual 1º de Março) até o Paço Imperial.
Os revoltosos ocuparam o quartel-general do Rio de Janeiro e depois o Ministério da Guerra. Depuseram o Ministério e prenderam seu presidente, Afonso Celso de Assis Figueiredo, Visconde de Ouro Preto. Na tarde do mesmo dia 15, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, foi solenemente proclamada a República. D. Pedro II, que estava em Petrópolis, retornou ao Rio. Pensando que o objetivo dos revolucionários era apenas substituir o Ministério, o Imperador D. Pedro II tentou ainda organizar outro, sob a presidência do conselheiro José Antônio Saraiva. No dia seguinte, o major Frederico Sólon Sampaio Ribeiro entregou a D. Pedro II uma comunicação, cientificando-o da proclamação do novo regime e solicitando sua partida para a Europa, a fim de evitar conturbações políticas.
Consta que Deodoro não dirigiu crítica ao Imperador D. Pedro II e que vacilava em suas palavras. Relatos dizem que foi uma estratégia para evitar um derramamento de sangue.
Sabia-se que Deodoro da Fonseca estava com o tenente-coronel Benjamin Constant ao seu lado e que havia alguns líderes republicanos civis naquele momento.
No Paço, o presidente do gabinete (primeiro-ministro), Visconde de Ouro Preto, pediu ao comandante do destacamento local, Floriano Peixoto, que prendesse os amotinados. Floriano recusou-se e, manifestando sua adesão ao movimento republicano, deu voz de prisão ao chefe de governo, que era o presidente do Conselho de Ministros Visconde de Ouro Preto.
O Imperador, em Petrópolis, foi informado e decidiu descer para a Corte. Ao saber do golpe, reconheceu a queda do Gabinete e procurou anunciar um novo nome para substituir Ouro Preto. No entanto, como nada fora dito sobre República até então, os republicanos mais exaltados, tendo Benjamin Constant à frente, espalharam o boato de que o Imperador escolheria Gaspar Silveira Martins, inimigo político de Deodoro desde os tempos do Rio Grande do Sul, para ser o novo chefe de governo. Com este engodo, Deodoro foi convencido a aderir à causa republicana. O Imperador foi informado disso e, desiludido, decidiu não oferecer resistência.
À noite, na Câmara Municipal do Município Neutro, o Rio de Janeiro, José do Patrocínio redigiu a proclamação oficial da República dos Estados Unidos do Brasil, aprovada sem votação. O texto foi para as gráficas de jornais que apoiavam a causa e só no dia seguinte (16 de novembro) anunciou-se ao povo a mudança do regime.
[editar] A Proclamação da República perante a História do Brasil
É possível considerar a legitimidade ou não da república no Brasil por diferentes ângulos.
Do ponto de vista do “Código Criminal do Império do Brasil“, sancionado em 16 de dezembro de 1830, o crime cometido pelos republicanos foi:
“Art. 87. Tentar diretamente, e por fatos, destronizar o Imperador; privá-lo em todo, ou em parte da sua autoridade constitucional; ou alterar a ordem legítima da sucessão. Penas de prisão com trabalho por cinco a quinze anos. Se o crime se consumar: Penas de prisão perpétua com trabalho no grau máximo; prisão com trabalho por vinte anos no médio; e por dez anos no mínimo.”
O movimento de 15 de Novembro de 1889 não foi o primeiro a buscar a República, embora tenha sido o único efetivamente bem-sucedido, e, segundo algumas versões, teria contado com apoio tanto das elites nacionais e regionais quanto da população de um modo geral:
- Em 1788-1789, a Inconfidência Mineira e Tiradentes não buscavam apenas a independência, mas também, a proclamação de uma república, seguida de uma série de reformas políticas, econômicas e sociais;
- Em 1824, diversos estados do Nordeste criaram um movimento independentista, dentre elas a Confederação do Equador, igualmente republicana;
- Em 1839, na esteira da Revolução Farroupilha, proclamaram-se a República Rio-grandense e a República Juliana, respectivamente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.
No que se refere ao 15 de Novembro, embora se argumente que não houve participação popular no movimento que mudou o regime, o fato é que também não houve manifestações populares de apoio à monarquia, ao imperador ou de repúdio ao novo regime.
Alguns pesquisadores argumentam que, caso a monarquia fosse “popular” – o que não era – haveria movimentos contrários à república em seguida, além da Guerra de Canudos. Entretanto, segundo alguns pesquisadores, o que ocorreu foi uma crescente conscientização a respeito do novo regime e sua comemoração pelos mais diferentes setores da sociedade brasileira. Versão oposta é dada pela pesquisadora, Maria de Lourdes Mônaco Janoti, no livro “Os subversivos da República“, que mostra o medo dos republicanos, nas primeiras décadas da república, em relação a uma possível restauração da monarquia no Brasil, e mostra ela, também, em seu livro, a repressão forte, por parte dos republicanos, a toda tentativa de se organizar grupos políticos monárquicos naquela época.
Neste sentido, um caso notável de resistência à república foi o do líder abolicionista José do Patrocínio, que, entre a abolição da escravatura e a proclamação da República, manteve-se fiel à monarquia, não por uma compreensão das necessidades sociais e políticas do país, mas, romanticamente, apenas devido a uma dívida de gratidão com a princesa Isabel. Aliás, nesse período de aproximadamente 18 meses, José do Patrocínio constituiu a chamada “Guarda Negra”, que eram negros alforriados organizados para causar confusões e desordem em comícios republicanos, além de espancar os participantes de tais comícios.
Em relação à ausência de participação popular no movimento de 15 de novembro, um documento que teve grande repercussão foi o artigo de Aristides Lobo, que fora testemunha ocular da proclamação da República, no Diário Popular de São Paulo, em 18 de novembro, no qual dizia:
Na reunião na casa de Deodoro, na noite de 15 de novembro de 1889, foi decidido que se faria um referendo popular, para que o povo legitimasse, por meio do voto, a república. Porém esse plebiscito só ocorreu 104 anos depois, dentro da vigência da atual Constituição de 1988, no dia 21 de abril de 1993. O seu resultado foi inequívoco: A república foi aprovada pela grande maioria da população, com 86% dos votos válidos.
Referências
[editar] Ver também
[editar] Ligações externas
- Museu da República
- A Proclamação da República – entenda este período da nossa história
- Proclamação da República no Brasil – História – 15 de Novembro
- Proclamação da República – História do Brasil, 15 de novembro, fim da monarquia …
- Terra – Almanaque – Proclamação da República
- Proclamação da República – 15 de novembro
- Hino da Proclamação da República
- Proclamação da República (15 de novembro) – História do Brasil
| Precedido por Segundo reinado |
Proclamação da República Brasileira 1889 |
Sucedido por República Velha |
Começa festa de Nossa Senhora Achiropita, na Bela Vista, em SP
August 2, 200901/08/09 – 20h26 – Atualizado em 01/08/09 – 20h32
Principal atração são pratos feitos pela comunidade italiana.
Evento é realizado durante cinco finais de semana de agosto.
Começou neste sábado (1º) a Festa de Nossa Senhora Achiropita, patrocinada por voluntários católicos de origem italiana que moram na Bela Vista, região central de São Paulo.
Durante cinco finais de semana de agosto, na Rua 13 de Maio – a mais movimentada do bairro – os frequentadores podem encontrar pratos típicos da cozinha italiana, entre eles, espagueti, fogaza, pimentão e berinjela recheados e o tradicional pastelzinho, criado há mais de 30 anos pelos voluntários da festa.
A Paróquia de Nossa Senhora Achiropita espera a presença de 200 mil pessoas e o consumo de 10 toneladas de macarrão e de 10 mil litros de vinho.
Chag Pessach Sameach!
April 8, 2009por Majô Casarotto
O cumprimento acima quer dizer Feliz Pessach, em hebraico, e é dito durante uma das festas judaicas mais importantes. Restaurantes especializados capricham nos cardápios para a celebração
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Prato para o serviço de Seder do Pessach, com Betzá, Maror, Zeroá, Charoset, Matza e Karpás
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O Pessach - a festa da Páscoa judaica – é comemorado por sete dias. Ele tem início com uma cerimônia na noite do 14º dia do mês de Nisan (o primeiro mês do calendário judaico, que neste ano será ao entardecer desta quarta-feira, dia 8 de abril). Em todo o mundo, as famílias judaicas reúnem-se para o Seder do Pessach, ceia ritual em que relembram a libertação dos hebreus, depois de um longo período de cativeiro no Egito, há mais de 34 séculos. Assim, o sentido da cerimônia é o de louvar a libertação.O seder é dividido em 15 partes, iniciando-se com orações e um gole de vinho. A criança mais nova da família inicia o ritual com quatro perguntas em forma de canto sobre o sentido das cerimônias e a saída dos judeus do Egito. Passa-se então às leituras da Hagadá, livro que conta a história da libertação do povo hebreu, escravizado no Egito. Por essa leitura procura-se ensinar às futuras gerações por que aquela noite não é como as outras.
O pão que se come durante a noite, no chamado Seder de Pessach, e nos demais sete dias subsequentes, é o pão ázimo (sem fermento), denominado Matza. Esse alimento simboliza o êxodo dos hebreus que, na pressa de deixar o Egito, não podiam esperar que o pão fermentasse. Aliás, durante esses oito dias, os judeus não devem comer nada que tenha fermento. São os chamados chametz, alimentos que contenham grãos como trigo, cevada, espelta, aveia e centeio, que fermentam em contato com água. Também faz parte da tradição do Seder comer ovos cozidos (Betzá), símbolo da vida eterna; raiz forte e folhas amargas (Maror), que lembram as amarguras da escravidão; um purê de maçãs ou tâmaras (Charoset), que representa a argamassa utilizada pelos escravos nas construções das pirâmides do Egito, a pata dianteira de uma ave ou de um cordeiro, que representa o cordeiro pascal (Zeroá), e o Karpás, que consiste em mergulhar um pedaço de salsão ou aipo em uma vasilha com água e sal, para lembrar o sofrimento do povo hebreu no Egito.
No Pessach são as crianças que conduzem a festa. Cabe a elas abrir a porta para a visita do profeta Elias que, segundo a tradição, vai a todos os lares nesta noite para trazer suas bênçãos. As crianças demonstram, abrindo as portas, a segurança de estarem sob a proteção de Deus. São elas também que participam da busca do afikoman, um pedaço de matsá que os mais velhos escondem pela casa.
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O guefilte fish da Cecília, que vem acompanhado com raiz forte de beterraba, do AK Delicatessen
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Entrada do AK Delicatessen, em Higienópolis
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Representantes da autêntica gastronomia judaica de São Paulo (cidade que, segundo dados do IBGE possui a maior colônia judaica do Brasil), os restaurantes Z-Deli e o AK Delicatessen, prepararam menus especiais para a festa de Pessach. No AK Delicatessen, da chef Andrea Kaufmann, entre os dias 9 e 16 de abril, um cardápio extenso, recheado de opções simbólicas e tradicionais, para o jantar festivo.
Há desde o prato simbólico para rezas do Seder, com Betzá, Maror, Zeroá e Charoset, por R$ 42, até um cardápio com entradas variadas, opções para mesa fria, pratos principais e sobremesas, por R$ 212,80 (sugestão 1, para 4 pessoas), R$ 241,60 (sugestão 2, para 4 pessoas), R$ 196,80 (sugestão 3, para 4 pessoas) e R$ 220,80 (sugestão 3, para 4 pessoas, kosher). O tradicional guefilte fish da Cecília, e o Pastrami da casa, também oferecido na opção kosher, estão entre os destaques. Há ainda peças inteiras de Vitela com osso ao forno, de Cordeiro com osso ao forno (ambos por R$ 249, cada peça de 3 kg, para 5 pessoas) e de Robalo com manteiga e ervas e vinho branco (R$ 340, 4 kg, para 5 pessoas). Para as sobremesas, sugestões como Bolo de Mel (Leikach) de Pessach, com calda de chocolate (R$ 64, para 8 pessoas) e Cheesecake sem farinha (R$ 72, porção para 8 pedaços).
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O Charoset, que será servido no bufê do Z-Deli
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Chag Pessach Sameach!
Leia mais sobre Pessach na coluna Toques da Mary.
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Detalhe de uma das mesas do Z-Deli, cuja marca registrada são as paredes, cobertas de fotos de clientes
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SERVIÇO
- AK Delicatessen
R. Mato Grosso, 450, tel. 3231-4497.
Z-Deli
Al. Gabriel Monteiro da Silva, 1.350, tel. 3064-3058.
Al. Lorena, 1.689, tel. 3088-5644
R. Haddock Lobo, 1.386, tel. 3083-0021.
Ceagesp faz festival da imigração japonesa
September 21, 2008Domingo, 21 de Setembro de 2008
Comidas típicas, artes marciais, shows e danças folclóricas japonesas e estandes com artesanato vão marcar o Festival 100 anos de Imigração Japonesa na Ceagesp. O evento é uma homenagem aos comerciantes de origem nipônica que marcaram a história do entreposto. Das 10 às 18 horas, na Avenida Doutor Gastão Vidigal, 1.946, portão 7. Entrada franca.
Exposição celebra 200 anos dos Dragões da Independência
August 25, 2008A Câmara sedia a partir de hoje uma exposição comemorativa dos 200 anos de criação do Regimento de Cavalaria de Guardas Dragões da Independência. A exposição poderá ser visitada até 7 de setembro, das 9 às 17 horas, no Salão Negro.
Entre os destaques do acervo, que pertence ao regimento, encontra-se uma réplica do quadro “O Grito do Ipiranga”, de Pedro Américo, que está no Museu do Ipiranga. Os Dragões escoltavam o príncipe regente dom Pedro 1º no momento do brado de independência do Brasil, às margens do rio Ipiranga, em 7 de setembro de 1822.
Outra peça importante é uma caleça (carruagem) de 180 anos, que foi doada ao regimento pela Câmara de Comércio Brasil-Suíça, em 1976. A carruagem de quatro rodas costuma abrir o desfile de Sete de Setembro e transportar autoridades em cerimônias. Neste ano, por causa da exposição na Câmara, a caleça não vai participar da parada na Esplanada dos Ministérios.
Documentos históricos
Também estarão expostos documentos históricos, entre eles cartas do general Osório, o patrono da cavalaria brasileira. Uma carta do general Bartolomeu Mitre para o general Osório descreve as operações na Guerra do Paraguai. Outro documento, do Visconde de Pelotas, relata o interrogatório de um general paraguaio, preso durante o conflito.
A exposição destaca fotos com formações de cavalaria (carrossel militar), incluindo o primeiro desfile dos Dragões em Brasília, em 1968. Na época, o regimento era comandado pelo então coronel João Baptista de Oliveira Figueiredo, que se tornaria depois o último presidente do regime militar, entre 1979 e 1985.
O visitante ainda poderá ver os quatro modelos de capacetes dos Dragões, espadas, bandeiras, condecorações, medalhas e a coleção de aquarelas “Uniforme do Exército Brasileiro”, de José Wasth Rodrigues.
Regimento de Cavalaria
O ano oficial da criação dos atuais Dragões da Independência é 1808, quando foi organizado o 1º Regimento de Cavalaria do Exército. Como forma de prestigiar e distinguir a data, o dia 13 de maio foi escolhido para assinatura do decreto de sua criação, pois era aniversário de dom João 6º, então príncipe regente.
Em 1936, por meio de decreto, o então 1º Regimento de Cavalaria passou a ostentar a denominação histórica “Dragões da Independência”. Era a concretização da idéia do deputado Gustavo Barroso, que sugeriu esse título em um projeto de lei na Câmara dos Deputados, em 1917.
A farda característica dos Dragões da Independência foi concebida pelo pintor francês Jean Baptiste Debret, durante a missão artística francesa no Brasil, em 1816. O fardamento homenageia a Imperatriz Maria Leopoldina, arquiduquesa da Áustria, e tem inspiração na tropa de Cavalaria de Dragões daquele império.
Quando foram transferidos do Rio de Janeiro para Brasília, em 1968, os Dragões da Independência ficaram subordinados ao Comando Militar do Planalto. A unidade é responsável, juntamente com o Batalhão da Guarda Presidencial, pela proteção dos palácios da Alvorada, do Planalto, do Jaburu e da Residência Oficial da Granja do Torto. O cerimonial militar da Presidência da República também é atribuição da unidade.
Da Assessoria de Imprensa/PT
(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura ‘Agência Câmara’)
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Visita real
June 21, 2008Disciplina oriental
June 21, 2008
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Festa japonesa
June 21, 2008
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